Última atualização: 11/08/2020

Nota importante

As presentes informações não têm natureza vinculativa, funcionam apenas como indicações e conselhos, e são susceptíveis de alteração a qualquer momento. Nem o Estado Português, nem as representações diplomáticas e consulares, poderão ser responsabilizados pelos danos ou prejuízos em pessoas e/ou bens daí advenientes

AVISOS

 (11-08-2020)

Por determinação do Governo Grego faz-se saber que:

- A partir de 17 de agosto, na entrada na Grécia de passageiros (independentemente da sua nacionalidade) de voos vindos da Suécia, República Checa, Bélgica, Espanha e Holanda, será obrigatória a apresentação de teste Covid-19 (PCR) negativo, efectuado até 72 horas antes da chegada;

- A partir de 17 de agosto, é obrigatória a apresentação de teste Covid-19 (PCR) negativo por todos os viajantes (independentemente da sua nacionalidade) que pretendam entrar na Grécia por via terrestre; o teste deverá ser efectuado até 72 horas antes da entrada no país de origem (não na Grécia);

- A partir de 16 de agosto, impõe-se um limite de 750 pessoas por dia que possam entrar na Grécia através do posto fronteiriço de Kakavia (fronteira com a Albânia).

 

(10-08-2020)

O Governo Grego, no quadro da gestão da pandemia COVID-19, efectuou um conjunto de alterações na gestão das suas fronteiras terrestres. Assim, só será permitida a entrada a movimentos essenciais a partir de um menor número de fronteiras terrestres, sendo igualmente obrigatório que os cidadãos gregos preencham o documento Passenger Location Form cada vez que atravessarem a fronteira.

A entrada por razões essenciais fica restrita às fronteiras de Kakavia, Krystallopigi, Evzoni, Promachonas, Nymfaia and Kipi. Nas fronteiras terrestres com a Albânia, República da Macedónia do Norte e Turquia apenas são autorizadas viagens que são consideradas essenciais. O mesmo se aplica a qualquer outro posto fronteiriço com a Bulgária à excepção do posto de Promachonas.

Para qualquer viajante, que entre por via aérea na Grécia, é recomendado que efectue, apesar de não ser obrigatório, um teste COVID-19, realizado no máximo 72 horas antes da viagem.”

Viajar para a Grécia (atualizado a 10/07/2020)

O Governo Grego determinou que todos os viajantes que desejem viajar para a Grécia devem preencher o formulário de localização de passageiros (PLF).
Todos os viajantes são obrigados a preencher e enviar o seu PLF com, pelo menos, 24 horas de antecedência antes de entrar no país. Deverão fornecer informações detalhadas sobre seu ponto de partida, a duração das estadias anteriores noutros países e o endereço da sua estadia na Grécia.
Para mais informações consulte o comunicado do Secretariado Geral de Proteção Civil, versão em língua inglesa,: https://travel.gov.gr
Chegadas por via aérea
A partir de 1 de julho todos os viajantes vindos do estrangeiro poderão entrar sem restrições na Grécia à excepção de uma lista de países que não inclui Portugal. Existirão no entanto testes aleatórios realizados à chegada.
 
Todos os passageiros provenientes do nosso País devem estar preparados para testes aleatórios à chegada. Em caso de controlo sanitário, o viajante terá de ficar autoisolado no local/endereço do seu destino final na Grécia (indicado no PLF), aguardando o resultado da análise clínica. Se o resultado for positivo, o passageiro ficará obrigatoriamente em quarentena de 14 dias sob a supervisão das autoridades helénicas, em caso negativo, poderá prosseguir com seu plano de viagem.

 

Chegadas por via marítima

A partir de 1 de julho
  1. Permitida a atracagem aos portos gregos de navios vindos do estrangeiro.
Chegadas por via terrestre
A partir de 1 de julho
  1. Levantamento das restrições face a Albânia e Macedónia do Norte.
O Governo Grego realizará uma avaliação contínua da situação e poderá manter ou rever as medidas ora anunciadas.
Para mais informações consulte o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros Grego, versão em língua inglesa,  https://www.mfa.gr/en/current-affairs/statements-speeches/greece-welcomes-the-world-update-15-june-2020.html.

 

Aviso (19-03-2020)

Têm vindo a registar-se alguns distúrbios nas ilhas de Lesbos, Chios e Samos contra voluntários de ONGs e entidades de cariz humanitário pelo que, neste momento, se desaconselha a deslocação aquelas ilhas atéà normalização da situação. Tendo presente igualmente a situação que se vive na fronteira terrestre entre a Grécia e a Turquia, devido ao fluxo migratório existente no Mediterrâneo oriental, as deslocações à região de Evros, em especial aos postos fronteiriçosde Kastanies e Kipi, deverá ser evitada.

Na preparação de qualquer viagem, em especial ao interior do país, recomenda-se a consulta atempada das informações difundidas pela Protecção Civil Grega, a fim de se verificar que não há qualquer perigo em viajarpara o local de destino. 

Tem-se constatado a vinda de jovens voluntários portugueses, movidos por razões de solidariedade e humanismo que, conhecendo pouco a realidade local, se vão inserir no terreno a título individual ou enquadradospor uma ONG da qual nem sempre recebem uma orientação suficiente ou uma assistência eficaz para o caso de se encontrarem numa situação concreta de dificuldade ou risco.

 Por outro lado, as autoridades gregas encaram com severidade comportamentos que configurem violações da sua legislação, designadamente aquelas que possam ser consideradas como auxílio à imigração ilegal, estandoos seus autores sujeitos a serem levados a julgamento e incorrerem nas sanções penais previstas pela lei grega.

Uma vez que muitos dos campos onde estes voluntários irão trabalhar se situam nas ilhas ou no norte da Grécia, para além dos contactos telefónicos que se possam fazer, a assistência consular a partir de Atenassofre nesses casos consideráveis limitações.

É de toda a conveniência que os voluntários que se pretendem deslocar à Grécia:

1. Se informem sobre a situação dos refugiados na Grécia e especificamente sobre a ONG com a qual irão trabalhar, e também sobre a orientação e assistência que esta lhes dará no terreno.

2. Estabeleçam um contato prévio com ONGs portuguesas familiarizadas com a situação grega, como por exemplo a Plataforma de Apoio aos Refugiados - PAR;

3. Conheçam e respeitem a legislação e as orientações das autoridades gregas;

4. Registem a sua viagem na app – registo do viajante, ou no Gabinete de Emergência Consular  gec@mne.pt, ou nos serviços consulares da Embaixada de Portugal em Atenas  sconsular.atenas@mne.pt.

Alerta-se igualmente para o número crescente de furtos no metro de Atenas, em especial, na circulação pelas estações de Syntagma, Omonia, Piréu, Monasteraki, Acrópole e Sigrou-Fix.

 

Por ocasião dos recentes desenvolvimentos políticos na Grécia têm-se realizado manifestações, designadamente na emblemática Praça Syntagma, frente ao Parlamento, no centro da cidade; estas são normalmente pacíficas,por vezes, no entanto, geram-se distúrbios, que envolvem confrontos com as forças policiais e já têm causado estragos

 

em viaturas ou montras.

 

Estes acontecimentos têm sido muito pontuais, no tempo e na localização; normalmente estão ligados a manifestações cuja

realização é conhecida antecipadamente; podem assim ser evitados exercendo a prudência habitual e ficando à distância de movimentações de rua que pareçam maiores ou mais agitadas.

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