Última atualização: 2021/02/16

Nota importante
As presentes informações não têm natureza vinculativa, funcionam apenas como indicações e conselhos, e são suscetíveis de alteração a qualquer momento. Nem o Estado Português, nem as representações diplomáticas e consulares, poderão ser responsabilizados pelos danos ou prejuízos em pessoas e/ou bens daí advenientes.

 

Aviso

Reabertura gradual das fronteiras aéreas colombianas

A operação aérea comercial internacional recomeçou de forma gradual de e para a Colômbia a partir de dia 21 de setembro de 2020. Os requisitos obrigatórios para se viajar para a Colômbia considerando as restrições importas pela pandemia COVID-19 são os seguintes:

Sanitários

Prova PCR negativa ao COVID-19 feita durante as 96 horas prévias ao embarque no voo para a Colômbia e uso de máscara obrigatória permanentemente no aeroporto e durante o voo. A não apresentação de um teste PCR negativo à COVID-19 feito nas 96 horas antes da viagem será motivo de não admissão na Colômbia.

Não ter estado nem no Brasil nem no Reino Unido nos 20 dias antes da chegada à Colômbia.

Para sair da Colômbia não é necessário apresentar prova negativa ao COVID-19, devendo esta ser realizada apenas se tal for exigido pelos países de trânsito e/ou destino.

Legais - Regime de entradas e saídas

Apenas estão autorizadas as entradas por via aérea. As fronteiras terrestres, marítimas e fluviais da Colômbia estão encerradas sem data de reabertura.

As autoridades colombianas introduziram novo procedimento de pré-registo obrigatório - CHECK-MIG – aplicável a todos os passageiros que entrem ou saiam da Colômbia em voos internacionais.

Referido procedimento visa reduzir o tempo de atendimento no controlo migratório efetuado no aeroporto e deve ser obrigatoriamente preenchido por todos os passageiros nas 24h antecedentes ao voo e no máximo até 1 h antes do início do voo.

O acesso ao aplicativo de registo é efetuado através do seguinte link: https://apps.migracioncolombia.gov.co/pre-registro/public/preregistro.jsf.

Reitera-se ser este procedimento aplicável e obrigatório para todos os passageiros, incluindo os que tenham visto colombiano ou residência legal no país.

Apesar de ser permitida a entrada de cidadãos europeus sem visto, para efeitos de turismo ou negócios até 90 dias, aconselha-se que as viagens a realizar se restrinjam às de natureza absolutamente essencial ou inadiável devido às limitações dos serviços da saúde locais e números ainda elevados de contágios.

Existindo determinadas regiões do país onde ainda subsistem restrições à entrada e permanência de cidadãos estrangeiros, convêm que os viajantes confirmem com a Embaixada colombiana no país de residência e com as agências de viagens, a real exequibilidade de chegar ao destino pretendido. De registar alguns incidentes com turistas, considerados pelas populações locais como responsáveis pela introdução do vírus na Colômbia.

 

 (outros)

A situação securitária na Colômbia melhorou significativamente nos últimos anos, com a entrada em vigor do cessar-fogo bilateral e definitivo entre Governo e FARC (assinatura do processo de paz teve lugar em Novembro 2016), pelo que o turismo tem aumentado significativamente (tanto de estrangeiros como o próprio turismo interno de colombianos, algo que é muito recente).

Apesar dos altos níveis de criminalidade e violência, em geral os alvos não são turistas, pelo que a maioria dos visitantes estrangeiros não encontra problemas superiores aos que encontrariam no resto dos países da região.

Ainda assim, a situação securitária é volátil e imprevisível havendo vários grupos armados no país para além das FARC (nomeadamente ELN, bandos criminais e paramilitares). Assim, quanto mais remota for a localização, maior é o risco potencial para a segurança dos viajantes, pelo que se desaconselha totalmente as deslocações a algumas áreas.

Para além do dengue e chikunguña – doenças já conhecidas e algo frequentes na Colômbia há vários anos – registam-se vários casos de zika, infeção similar transmitida pelos mesmos mosquitos (provoca quadro clínico semelhante, mas mais leve e, em geral, sem consequências graves: erupções cutâneas, febre, dores nos olhos, de cabeça, musculares e nas articulações que desaparecem após 3-7 dias). Não há vacina contra a febre do zika e as medidas de prevenção e controle são semelhantes às da dengue. Recomenda-se em particular às grávidas que vivem ou se desloquem às regiões afetadas que evitem o contato com mosquitos, usando repelentes apropriados e roupa que cubra a maior parte do corpo, reduzindo assim o risco de picada do mosquito. A transmissão é potenciada pelas condições climatéricas provocadas pelo El Nino, que favorecem a reprodução deste mosquito em climas quentes, abaixo dos 1800 metros (ver informação abaixo: cuidados de saúde).

A partir de abril 2017 – e no seguimento de alerta emitido pela Organização Mundial da Saúde e pela Organização Pan-americana da Saúde face à circulação do vírus nos continentes americano e africano – passou a ser exigida a vacina da febre-amarela para deslocações a algumas regiões do país. Assim, viajantes nacionais e internacionais terão que apresentar o certificado de vacinação contra a febre-amarela caso se desloquem a uma das zonas indicadas infra (ver informação abaixo: cuidados de saúde).

Nota: o distrito de Santa Marta em particular, onde fica localizado o Parque Tayrona, é um dos mais visitados por turistas.

Também as autoridades de países próximos, como o Brasil e Costa Rica, exigem esta vacina aos viajantes estrangeiros procedentes da Colômbia, mesmo que aqueles não tenham visitado as zonas afetadas, pelo que as companhias aéreas não deixam embarcar passageiros para estes destinos que não apresentem o boletim de vacinação em dia. A vacina da febre-amarela deve ser realizada entre 10 a 15 dias antes da viagem e pode ser feita em qualquer centro médico na Colômbia.

Mais informação disponível em:  www.minsalud.gov.co/saludalviajero.

 

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